A Visie ajuda a salvar seu negócio

Uma das melhores coisas que já aconteceu à Visie foi termos encontrado, bem no começo de nossa história, a Projeto DSD. Na época a Visie era cerca de dez vezes menor do que hoje, e não estaríamos aqui sem o trabalho deles. A Projeto DSD tem um time de consultores cuja missão é fazer com que as pessoas parem de perder dinheiro em seus negócios.

Um dos grandes diferenciais do trabalho da Projeto DSD é sua metodologia de gestão de fluxo de caixa. As empresas não quebram por falta de lucro, mas por falta de liquidez. Por isso a administração criteriosa do fluxo de caixa é certamente o que há de mais importante na administração financeira de uma empresa.

Screenshot Fluxo de Caixa Online

No intuito de ajudar outras empresas, em parceria com a Projeto DSD, desenvolvemos o sistema de Fluxo de Caixa Online. Design e desenvolvimento Visie, metodologia Projeto DSD. Ao se cadastrar, você ganha 45 dias grátis para testar o sistema. Suas críticas e sugestões são muito bem-vindas.

 

Visie Jobs, trabalhe para a Visie de sua casa

Acaba de nascer: jobs.visie.com.br

O Visie Jobs é uma ferramenta para que você, que está fora de São Paulo, ou não quer ter que vir ao escritório todo dia, trabalhar para a Visie de sua casa.

Por quê?

Por que nós acreditamos que a tecnologia pode mudar a forma como trabalhamos, e queremos fazer nossa parte. Nos últimos anos trouxemos para São Paulo alguns excelentes profissionais. Vieram felizes, mas com um peso no coração. Conhecemos outros excelentes profissionais que preferem não viver na selva de pedra e gostaríamos de trabalhar com eles.

Por que não usar um desses sites de freelancers?

Foco. Pesquisamos os sites de freelancers, e encontramos muita gente pouco qualificada e, principalmente, muitas ofertas de jobs ruins. É gente oferencendo duzentos reais por um layout ou seiscentos reais por um sistema inteiro. São ofertas sem uma descrição detalhada e uma série de outras armadilhas.

No Visie Jobs só teremos bons jobs, para clientes reais, com uma remuneração justa. Por falar em remuneração, o modelo de negociação do Visie Jobs é outro diferencial. Notamos que muitos profissionais, ao tentar carreira como freelancers, têm muita dificuldade em negociar. Queremos poupá-lo desse trabalho. Se temos uma verba definida para um determinado job, não achamos justo pagar a metade do preço só porque o excelente profissional que vai executá-lo é inexperiente em negociar. Por isso, no Visie Jobs cada oportunidade é publicada com o seu orçamento definido, dispensando a negociação. A escolha do profissional que vai executar o trabalho se dará por seus méritos técnicos e, em breve, pelo seu histórico no Visie Jobs.

Ajude-nos

A ideia é nova, e é nossa primeira experiência na área. Por isso, críticas, comentários e sugestões serão muito bem-vindos!

Está esperando o quê? Cadastre-se agora mesmo.

 

Porque você precisa de um aplicativo mobile?

Muitas empresas estão investindo dinheiro em aplicativos mobile. De bancos a fabricantes de sabão, todo mundo quer ter sua bandeira fincada nas lojas de aplicativos mobile. Este movimento tem um quê de corrida do ouro, com muita gente desenvolvendo aplicativos mobile porque todo mundo está fazendo, sem uma definição clara de objetivos e, o que é mais importante, sem um estudo de alternativas para se atingir esse objetivo.

Existe uma alternativa às aplicações mobile: sites mobile, e eu recomendo que você avalie, antes de iniciar a construção de uma aplicação mobile, se seu problema não pode ser resolvido por um site mobile.

Campus Online Visie, um exemplo de aplicativo web mobile

Sites mobile são multiplataforma. Aplicativos para iPhone não rodam em Android, aplicativos para Blackberry não rodam em Windows Phone. Desenvolver um aplicativo que funcione nessas quatro plataformas significa desenhar uma vez só, mas construir quatro vezes. Em linguagens de programação diferentes, com APIs diferentes. Disponibilizar seu aplicativo nas diversas lojas mobile também significa encarar várias exigências burocráticas. Um bom site mobile, por outro lado, funciona nas quatro plataformas citadas acima, e tem grande chance de funcionar em qualquer outra, sem esforço extra.

Sites mobile usam uma base de código que você aproveita para desktops. Se você já tem um site ou aplicativo web que faz o que você precisa, provavelmente, para ter um site mobile, será preciso mexer apenas no que os desenvolvedores chamam de “camada de apresentação”. Se você ainda não tem um site ou aplicativo web e decidir construí-lo mobile, vai aproveitar boa parte do seu investimento se no futuro decidir tê-lo também funcionando também em computadores.

Com HTML5, sites mobile podem fazer quase tudo o que uma aplicação mobile faz, incluindo acessar o GPS, ler a orientação do dispositivo (se o telefone está em pé ou deitado), guardar dados no telefone, desenhar gráficos, transições, animações, tocar áudio e vídeo, e até funcionar offline.

Quando você precisa de um aplicativo? Existem, claro, situações em que construir um aplicativo é essencial. Você vai precisar de um aplicativo se:

* Está fazendo um jogo pesado
Ainda é muito difícil, com HTML5, construir interfaces tridimensionais, com gráficos de alta qualidade, muito movimento, respostas rápidas e interação com som.

* Precisa interagir com o telefone
Não há uma maneira de um site mobile ler a agenda de contatos do telefone, ou as fotos da galeria, por exemplo. Embora hajam maneiras de, por exemplo, disparar uma ligação telefônica a partir de um link ou botão.

* Precisa de interação precisa com o acelerômetro
Sites mobile hoje apenas sabem se o telefone está em pé ou deitado, e mais nada. Não dá para fazer um aplicativo controlado pelo acelerômetro assim, como uma corrida em que o volante é o próprio telefone.

* Pretende cobrar por seu aplicativo
Existem alternativas para se cobrar pelo acesso à aplicação ou vender conteúdo dentro dela, e fazem todo o sentido se seu aplicativo for realmente multiplataforma, acessível do computador e do celular.
Se você pretende cobrar pelo uso do próprio aplicativo, é bom avaliar se usar as lojas de aplicativos, em que o usuário compra com um clique, já tendo seu cartão de crédito cadastrado, não é a melhor solução. Nesse caso, as lojas de aplicativo também vão dar visibilidade ao seu aplicativo.

* Seu aplicativo precisa rodar em background
Se seu aplicativo precisa de um serviço rodando em segundo plano, você não conseguirá fazer isso com um site. Por exemplo, se seu aplicativo deve avisar o usuário cada vez que ele se aproximar de um local específico, mesmo que ele esteja fazendo outra coisa no telefone ou esteja com o telefone no bolso.

Site do Twitter mobile: quase completo, mas sem notificações em background

Há, por outro lado, uma diversidade de situações em que um bom site mobile pode substituir, com vantagens, um aplicativo. Quando o aplicativo só acessa seu site, como fazem muitos aplicativos de internet banking, que são exatamente iguais o site mobile do banco. Mesmo que seu site seja um aplicativo web razoavelmente complexo, com animações, gráficos e interações, é muito provável que seja possível fazê-lo funcionar em dispositivos móveis, atendendo a uma variedade de plataformas com um esforço de investimento só.

Quando o aplicativo é só um sistema de cadastro e consulta, realiza cálculos, gera relatórios, etc. Ou quando se trata de uma consulta a serviços web, um mecanismo de chat, um catálogo de produtos, um e-commerce, um sistema de mapas e rotas, um gerenciador de conteúdo ou qualquer outro negócio que já tenha sido bem resolvido com uma interface web.

Avalie alternativas antes de construir um aplicativo mobile. Talvez você possa, com um site mobile, atingir um público muito maior, com um investimento menor, e ainda tenha uma drástica redução nos custos de manutenção e atualização do aplicativo.

Encantamento

E-mail que um programador da Visie enviou a pouco a um cliente que tem um site em WordPress e precisava inserir HTML arbitrário no meio do post:

******, tudo bem?

Fiz um encantamento medieval pra você poder colocar o código que
quiser (!) no meio dos posts. Dá uma olhada:

http://…/

Se entrar no admin, você vai perceber que o ritual consiste de duas cerimônias:
- Criar com fé um “campo personalizado” chamado HTML1 (ou HTML2, ou
HTML3… até HTML9!!!) com o conteúdo que deve ser inserido no post;
- No meio do post, no lugar onde a manifestação deve se materializar,
invocar ousadamente o código: <!–HTML1–> (ou <!–HTML2–>,
enfim…).

Temei, mortais! O poder do campo personalizado nunca deve ser invocado
em vão. Os invisíveis espíritos zombeteiros do Condado do Site
Quebrado estão sempre à espreita… :-|

Dicas de produtividade

Alguém me perguntou no Formspring que dicas eu daria para aumentar a produtividade no desenvolvimento web. Minha resposta:

0. Paixão pelo que faz
1. Padrões web
2. Um bom framework (estou me divertindo com web2py)
3. Linguagens dinâmicas (uso Python)
4. Testes automatizados (TDD/BDD…)
5. Controle de versão
6. Scrum
7. Pair Programing
8. jQuery
9. Um bom editor de código (eu uso Vim)
10. Unix (facilita muita coisa)
11. Deploy automatizado
12. Investir em melhorar seus skills: medir tudo o que faz, participar de um coding dojo, testar novas ferramentas, ler, contribuir num projeto open source…

Espero que seja útil.

Você pode ler um pouco mais sobre boa parte desses assuntos em nosso PDF sobre produtividade.

Campus Online da Visie

Você deve ter notado que não vendemos mais cursos online. A forma como o curso online da Visie era vendido foi muito boa em tempos passados. Dávamos para o aluno todo suporte por email e a possibilidade de agendar aulas de 1 ou 2 horas via internet. Tínhamos um ambiente para poder digitar código e o aluno acompanhar.

Com o passar do tempo, notamos que os alunos não utilizam o agendamento de aulas. Notamos também comparando a quantidade de alunos nos cursos online, o volume de email era muito pequeno. Pesquisamos e observamos que ninguém tinha muito tempo para marcar aulas ou escrever um email com sua dúvida. Normalmente os emails era bem específicos, levava tempo para elaborá-lo e explicar a dúvida claramente. No final de tudo, os alunos utilizavam muito as apostilas disponibilizadas.

Sabendo destes detalhes, resolvemos mudar todo o negócio do estudo online da Visie. Se você não conhece, visite e conheça agora o Campus Online: http://visie.com.br/campus/

No Campus Online o aluno encontra vídeos tutoriais sobre Tableless, Ajax, Javascript, etc… Tem todo o conteúdo textual dos cursos da Visie e ainda estamos preparando alguns extras. A abordagem é totalmente diferente agora: enquanto antes o aluno pagava R$120 por apenas um curso e sem vídeo, agora ele paga R$9,90 para ter TODOS os cursos da Visie com vídeos e textos. Se não quiser pagar, não precisa, ele pode se cadastrar grátis e ter acesso ao material grátis que liberamos.
Isso faz do Campus Online um serviço e não um curso como antes. Não há suporte do professor, o aluno estuda a hora que quiser e puder. E estamos elaborando uma maneira dar um certificado para o aluno (disso sim sentiram falta no Campus novo).

O grande barato é que estamos tentando atualizar o Campus todos os dias, se não com vídeos e textos, com atualizações nas páginas do site. Essa semana por exemplo, estão indo para nossa lista 4 vídeos, todos eles sobre Implementação de Layout com XHTML e CSS. Semana passada lançamos mais 5 vídeos sobre Python, e semanas atrás lançamos vídeos e o conteúdo textual sobre desevolvimento para iPhone.

A idéia é tornar o Campus Online um local onde você, desenvolvedor, consiga encontrar as respostas para algumas de suas perguntas e consiga estudar seus assuntos preferidos. Ele ainda está no começo e por isso sua sugestão será muito bem-vinda. Cadastre-se grátis!

Parceria Visie e PagSeguro (e palestra no CONISLI)

Tenho um profundo descontentamento com a complicação que é desenvolver e-commerce com pagamento online no Brasil. O pequeno empresário que deseja se aventurar na venda online por aqui deve passar por um martírio de burocracia até conseguir a aprovação de acordos com as operadoras de cartão de crédito. E com os bancos para conseguir receber por transferência online. Isso significa ter conta nos três ou quatro principais bancos, além de um acordo para cada cartão de crédito.

Para o desenvolvedor a situação é ainda mais complicada. Um cartão de crédito pede que você instale um componente em seu servidor, só disponível para Windows. Outro precisa de três ou quatro transações em background, e de um funcionário para aprovar as transações todo dia. Um dos grandes bancos tem um processo de pagamento com posts diversos num formato SGML-não-XML estranho, tão complicado que dói.

E temos as homologações. Se o seu cliente tem que lidar com seis ou sete instituições diferentes para obter acordos comerciais, você precisa submeter o seu trabalho às mesmas seis ou sete instituições para aprovação.

Em fevereiro deste ano o PagSeguro nos convidou, junto com um grupo de desenvolvedores, para uma apresentação do produto na sede do UOL. Confesso a vocês que fiquei maravilhado. O meu cliente, se for trabalhar com PagSeguro, precisa lidar com um único fornecedor de pagamentos. E ele faz tudo na hora, online, sem burocracia, papelada ou dias de espera, mesmo que não seja pessoa jurídica. Eu, por outro lado, preciso fazer uma única integração para que meu cliente receba transferências de Bradesco, Itaú, Real, Unibanco, Banco do Brasil, boleto, VISA, Mastercard, Diners, Amex, Hipercard e Aura.

Algum tempo depois, o PagSeguro nos convidou para uma parceria que me deixou muito feliz. O objetivo: aproximar o PagSeguro dos desenvolvedores. Começamos com a série de palestras sobre e-commerce, das quais vocês têm me ouvido falar aqui e no twitter. E agora estamos dando um passo importante, queremos melhorar o Guia do Desenvolvedor PagSeguro, tornando-o mais fácil de entender.

A nossa meta é que um desenvolvedor de experiêcia mediana, que nunca tenha visto PagSeguro e já tenha sua loja pronta, consiga implantar de primeira, sem dificuldades, no máximo numa tarde. E que na segunda vez leve no máximo uma hora.

Começamos com PHP. Preparamos uma pequena biblioteca de classes para você usar, e estamos escrevendo a nova versão do guia. Ainda tem alguns lugares anotados com #TODO e algumas páginas faltando, mas já dá uma boa idéia da versão final. Precisamos de você. Se puder, dê uma olhada no guia e nos diga o que achou, no pagseguro-arroba-visie.com.br ou aqui nos comentários. Queremos saber principalmente dos problemas, dificuldades, defeitos e erros.

Ah, vou estar no CONISLI este domingo, falando sobre PHP e PagSeguro. Não se preocupe, não é jabá, vou falar para desenvolvedores, mostrando a implantação de PagSeguro numa loja e, de quebra, dando pequenas dicas de coisas como PDO e YSlow.

Como você aprendeu a programar?

Começamos a trabalhar com treinamentos quase por acidente. Estudamos padrões web e muito javascript porque isso nos tornava mais produtivos, e as pessoas começaram a nos pedir indicações de onde aprender isso. Como eu sempre gostei de ensinar, começar foi fácil. Naturalmente nos focamos em treinamentos de nível intermediário e avançado. Quem chegava a um de nossos treinamentos já era profissional da área.

Falando especificamente dos cursos que eu ministro, Javascript Crossbrowser, Ajax e Python, foram feitos para quem já é programador. Não ensinamos lógica de programação, sintaxe do Javascript ou a estrutura básica do desenvolvimento web.

Agora muitas pessoas têm nos procurado para saber como aprendem a programar, e isso tem me colocado uma grande interrogação na cabeça. Como ensinar alguém, de verdade, a programar? O mercado está cheio de cursos de “PHP básico”, “Javascript básico”, “Delphi básico” e “Qualquer Outra Linguagem Básico”. Mas esse não é um bom jeito de se ensinar programação. É impressionante a quantidade de pessoas por aí que fizeram o curso básico, o intermediário e o avançado, e nunca aprenderam programação de verdade. Infelizmente, a esmagadora maioria das faculdades também não está cumprindo o seu papel.

Programação é muito mais do que saber comandos e técnicas de uma linguagem, é um jeito de pensar. É como jogar xadrez. Todo mundo que aprendeu de verdade a jogar xadrez, passou por duas etapas. Primeiro, aprendeu as regras, como se mexe cada peça, como se faz roque, en passant, promoção de peões, etc. Depois de tudo isso, finalmente começou a aprender a jogar.

Aprendi o movimento das peças com dez anos. Aprendi a jogar com catorze. Meu pai tinha uma farmácia e eu trabalhava meio período como entregador. Os negócios não iam muito bem, o que significava que eu tinha muito tempo livre. Foi quando conheci meu tutor. Era um senhor aposentado, que tinha ainda mais tempo livre do que eu, e gastava parte dele com um dos passatempos prediletos de muitos aposentados: comprar remédios. Um dia me viu com um tabuleiro, e perguntou se eu queria jogar.

Levou mais de seis meses para que eu ganhasse a primeira partida. Foram seis meses que ele passou me ensinando, sem me dizer o que estava fazendo. Repetia a mesma abertura dezenas de vezes, até que eu conseguisse me defender dela. Em seguida, começava com outra abertura.

Imagino uma escola de programação assim. Um lugar onde você é desafiado com um tipo de problema até conseguir resolvê-lo bocejando, aí partimos para outro tipo. Uma “academia” de programação, um lugar para se ensinar a pensar, a resolver problemas.

Sonho com essa idéia desde o dia em que a tive.